quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Podia... Mas não era a mesma coisa...


Aqui mostro apenas uma parte de mim...
Não conto tudo, nem tudo o que escrevo pode ser lido à letra...
Falo do que me apetece... E quando me apetece...
Quem quiser passar por cá é bem vindo, mas não me fazem falta vozes sem nome... Ou nomes sem voz!!!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Never give up...*


Laughing..

Loving...

Living...

* mesmo quando tudo parece estar contra nós!

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Take 2 - You...

Sonhei outra vez contigo!!!

You...

Should be here...
Next to me...


Sinto-te a falta...

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Feliz Aniversário...


Hoje uma grande Amiga minha faz anos.
Muitos, embora não pareça!
E eu gostava de chegar à sua idade com o mesmo espirito que ela tem.
É a minha Avó...
Faltam-me palavras para descrever tudo o que ela já me deu...
Ensinou-me muito...
E continua a fazê-lo sempre...
Também me ensinou o que é o Amor...
Porque o Amor tem várias formas e uma delas é o que tenho pela minha Avó...


Que o teu dia tenha sido especial...
Beijinhos

sábado, 15 de janeiro de 2011

Um dia vou construir um castelo...


Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço que a minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá à falência.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um óasis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da Vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um "Não"!
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...

p.s. Fiquei na dúvida sobre o autor do poema...
Uns dizem que é de Fernando Pessoa, outros de Augusto Cury...

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

incertezas...


Se ao menos quebrasses o silêncio...


Se ao menos não te escondesses atrás de palavras dificeis...
Às vezes as palavras mais simples bastam...

Quando me sinto só

Quando me sinto só,
Como tu me deixaste,
Mais só que um vagabundo
Num banco de jardim
É quando tenho dó,
De mim e por contraste
Eu tenho ódio ao mundo
Que nos separa assim.
Quando me sinto só
Sabe-me a boca a fado
Lamento de quem chora
A sua triste mágoa
Rastejando no pó
Meu coração cansado
Lembra uma velha nora
Morrendo à sede de água.
P´ra que não façam pouco
Procuro não gritar
A quem pergunta minto
Não quero que tenham dó
Num egoísmo louco
Eu chego a desejar
Que sintas o que sinto
Quando me sinto só.
Mariza

Saudade...


Sinto-te a falta...

Sinto-nos a falta...

Estou triste...

E agora não me apetece conter as lágrimas...

Nem me apetece calar esta saudade...

Esta solidão...

Este vazio em que me deixaste...

Estou triste...

O silêncio ainda nos acompanha...

E tu queres permanecer assim...

E eu só queria que esta tristeza me abandonasse...

Que deixasse de tomar conta de mim...

...

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Nevoeiro...


Hoje soube-me o nevoeiro que se fez sentir...

Às vezes, mesmo sem conseguir ver muito longe, consigo acreditar que o caminho que percorro me levará a um lugar melhor...

pretty smile...

Acordei assim...

that´s true...

A tua lua é também a minha...

Bairro do Amor


No bairro do amor a vida é um carrossel
onde há sempre lugar para mais alguém.
O bairro do amor foi feito a lápis de cor
Pra gente que sofreu por não ter ninguém.

No bairro do amor o tempo morre devagar
num cachimbo a rodar de mão em mão.
No bairro do amor há quem pergunte a sorrir
será que ainda cá estamos no fim do verão?


Eh pá, deixa-me abrir contigo
desabafar contigo
falar-te da minha solidão.
Ah, é bom sorrir um pouco
descontrair um pouco
eu sei que tu compreendes bem.


No bairro do amor a vida corre sempre igual
de café em café, de bar em bar.
No bairro do amor o sol parece maior
e há ondas de ternura em cada olhar.


O bairro do amor é uma zona marginal
onde não há prisões nem hospitais.
No bairro do amor cada um tem de tratar
das suas nódoas negras sentimentais.


Eh pá, deixa-me abrir contigo
desabafar contigo
falar-te da minha solidão.
Ah, é bom sorrir um pouco
descontrair um pouco
eu sei que tu compreendes bem.




Jorge Palma

Ensinamentos...

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011