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sábado, 4 de maio de 2013
sexta-feira, 26 de abril de 2013
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Terra dos sonhos...
Enquanto penso em escrever que os contos de fadas, ou por outras palavras, o viveram felizes para sempre é sempre muito relativo, escuto Jorge Palma e a sua Terra dos Sonhos...
As palavras ásperas aos poucos desvanecem-se...
Parece que me tinha esquecido de escutar o coração...
Claro que o viveram felizes para sempre é sempre relativo...
Mas, se a Vida não se pintasse de cinzento e cor de rosa, não seria a mesma coisa...
Perdia metade do seu sabor...
O que lá vai já deu o que tinha a dar...
E enquanto houver estrada para andar a gente vai continuar...
E se a estrada se acabar, trilhamos uma nova...
Juntos...
Porque o meu Amor existe... Porque o nosso Amor existe...
Às vezes gostava que a Vida fosse diferente... Sei que tu também...
Mas para quê desejar que seja diferente, se às vezes, não aproveitamos a Vida que temos...
Meu Amor tu cabes dentro de mim... Eternamente...
Com dias cinzentos e dias cor de rosa...
A nossa história é o esforço para alcançar a luz...
Nós já vivemos cem mil anos...
Outros mil vamos viver...
Encosta-te a mim...
Desatinamos tantas vezes...
Quero adormecer...
Tudo o que eu vi estou a partilhar contigo...
O que não vivi um dia hei-de inventar contigo...
Sei que não sei, às vezes entender o teu olhar...
Mas quero-te bem...
Encosta-te a mim...
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Pequenas Coisas...
Começo com estas duas palavras e as seguintes ora chegam à velocidade da luz, ora se desvanecem num piscar de olhos...
Pequenas Coisas...
Frequentemente nos esquecemos delas...
As correrias do dia a dia, a crise e o que dela sucede, fazem com que as coisas mais importantes muitas vezes fiquem para traz.
Falo por mim... Na primeira pessoa... Que nem sequer tenho passado por cá... E faz-me falta... Porque acho que aqui consigo colocar as coisas noutra perspectiva... Tanto podia ser aqui como noutro lugar qualquer, mas às vezes faz-me falta ver o lado positivo das coisas...
O.K. A crise... Os cortes nos salários... O desemprego... A falta de poder de compra...
Então e os valores? Não os da bolsa, os valores... Os que deviam realmente importar...
A entreajuda... A sinceridade... A saúde... O AMOR... Os sorrisos... Os abraços... As crianças... Os avós... Os pais... A família... Os amigos...
Pequenas Coisas...
De pequenas tem muito pouco...
Pequenos somos nós quando nos esquecemos delas...
Quando damos mais importância a meia dúzia de futilidades em vez de nos centrarmos no que realmente importa...
Quando fazemos tempestades em copos de água...
Pequenas coisas...
São no fim de contas o mais importante na Vida...
p.s. Se calhar voltei e deixei meia dúzia de palavras escritas ao acaso, sem acaso nenhum...
Podem não fazer sentido para muita gente, mas sei que para mim fazem sentido...
Fazia-me falta escreve-las...
E lembrar-me de tudo o que tenho de bom na Vida, em vez de estar só a pensar nas coisas menos boas...
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terça-feira, 30 de agosto de 2011
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Regresso às origens...
Ontem ouvi dizer que Deus está nas pequenas coisas...
Acho que acredito...
O Mundo pode estar em constante mudança... Os mercados podem estar à beira da falência e o nosso poder de compra pode estar a ir desta para melhor... Mas a verdade é que se tentarmos relativizar um bocado a coisa olhamos o Mundo com outros olhos...
Eu falo por mim... Em vez de me estar sempre a lamentar que não posso fazer isto ou aquilo, devia ter sempre em mente isto e aquilo que posso fazer... E que posso aproveitar...
E são tantas coisas...
A paz que encontro quando regresso às origens, leva-me de volta a uma infância feliz... E faz-me sonhar com o Futuro...
O cheiro da fruta que ainda cheira a fruta... Os figos!!! Ai que bem que cheiram... E os grelhados... E as flores... E os legumes acabados de colher...
Cheira a verão... Mas não é um verão qualquer... É um verão cheio destas pequenas coisas... Onde, apesar das dificuldades, o sol nunca deixa de brilhar... E onde a partilha dá mais sentido à Vida...
Às vezes é mesmo preciso relativizar... E aproveitar a brisa das pequenas coisas... E sonhar... Sonhar muito... Porque o Sonho comanda a Vida... E o Amor também... Porque nos faz sonhar cada vez mais...
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terça-feira, 17 de maio de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
sábado, 9 de abril de 2011
quantos queres?
Escolhe uma cor, pede ela. E eu escolho. Amarelo. Não sei porquê mas desde criança que escolho sempre o amarelo quando me pedem para escolher uma cor. Em criança cheguei a fazer um "Quantos Queres?" só com a cor amarela. Quantos queres? Oito. Escolhe uma cor. Amarelo.
A Helena nunca escolhia o oito por ser um número par. Escolhia o sete ou o nove. Dessa vez percebeu que não tinha alternativa e acabou por aceitar o cerco que eu lhe fizera. Quantos queres? Sete. Escolhe uma cor. Amarelo. Abri o origami onde estava escrito a palavra "bonita". Fugi antes de lha mostrar deixando o jogo abandonado no chão, e acho que essa foi só a primeira vez que fugi à vontade de Amar.
Fugir a essa vontade tornou-se um hábito, e raramente consegui dizer a uma mulher que a Amava, que a queria, que a desejava. Como fugitivo precisei sempre dum esconderijo qualquer, e encontrei-o no silêncio e numa indiferença que me roía por dentro. Às vezes, a esse silêncio correspondia um sorriso feminino que ainda aumentava mais a dor. A dor de me distanciar tanto do que estava tão perto. Acho que elas sorriam quando me percebiam e, agora que falo nisso, a Helena sorriu-me muitas vezes. Talvez tenha apanhado do chão o "Quantos Queres?" e o tenha lido.
Estamos num mundo merdoso, é verdade, onde a banca privada empobrece todos os dias mais alguém através de esquemas económicos complexos que não são explicados a ninguém. Chegou a vez dos portugueses serem, mais uma vez, ajoelhados perante o poder especulativo desses esquemas. Resta-nos isso: não nos escondermos e sermos felizes. Pelo menos tentá-lo. Quantos Querem?
A Helena nunca escolhia o oito por ser um número par. Escolhia o sete ou o nove. Dessa vez percebeu que não tinha alternativa e acabou por aceitar o cerco que eu lhe fizera. Quantos queres? Sete. Escolhe uma cor. Amarelo. Abri o origami onde estava escrito a palavra "bonita". Fugi antes de lha mostrar deixando o jogo abandonado no chão, e acho que essa foi só a primeira vez que fugi à vontade de Amar.
Fugir a essa vontade tornou-se um hábito, e raramente consegui dizer a uma mulher que a Amava, que a queria, que a desejava. Como fugitivo precisei sempre dum esconderijo qualquer, e encontrei-o no silêncio e numa indiferença que me roía por dentro. Às vezes, a esse silêncio correspondia um sorriso feminino que ainda aumentava mais a dor. A dor de me distanciar tanto do que estava tão perto. Acho que elas sorriam quando me percebiam e, agora que falo nisso, a Helena sorriu-me muitas vezes. Talvez tenha apanhado do chão o "Quantos Queres?" e o tenha lido.
Estamos num mundo merdoso, é verdade, onde a banca privada empobrece todos os dias mais alguém através de esquemas económicos complexos que não são explicados a ninguém. Chegou a vez dos portugueses serem, mais uma vez, ajoelhados perante o poder especulativo desses esquemas. Resta-nos isso: não nos escondermos e sermos felizes. Pelo menos tentá-lo. Quantos Querem?
quinta-feira, 7 de abril de 2011
terça-feira, 5 de abril de 2011
Vai onde te leva o coração...*

“Sempre que, à medida que fores crescendo, tiveres vontade de converter as coisas erradas em coisas certas, lembra-te de que a primeira revolução a fazer é dentro de nós próprios, a primeira e a mais importante. Lutar por uma ideia sem se ter uma ideia de si próprio é uma das coisas mais perigosas que se pode fazer."
"Quando te sentires perdida, confusa, pensa nas árvores, lembra-te da forma como crescem. Lembra-te de que uma árvore com muita ramagem e poucas raízes é derrubada à primeira rajada de vento, e de que a linfa custa a correr numa árvore com muitas raízes e pouca ramagem. As raízes e os ramos devem crescer de igual modo, deves estar nas coisas e estar sobre as coisas, só assim poderás dar sombra e abrigo, só assim, na estação apropriada, poderás cobrir-te de flores e de frutos."
"E quando à tua frente se abrirem muitas estradas e não souberes a que hás-de escolher, não metas por uma ao acaso, senta-te e espera. Respira com a mesma profundidade confiante com que respiraste no dia em que vieste ao mundo, e sem deixares que te distraia, espera e volta a esperar. Fica quieta, em silêncio, e ouve o teu coração. Quando ele te falar, levanta-te, e vai para onde ele te levar.”
*Excertos deste livro que li já à uns anos e do qual não me recordava muito para além do titulo... Mas foi só fazer uma pequena pesquisa e encontrei estes parágrafos com mensagens que fazem todo o sentido...
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